domingo, 3 de julho de 2011


México sedia “Primeiro Encontro Nacional de Rádios Católicas pela internet”



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Encontro terá 60 participantes, entre os quais engenheiros que trabalham em meios católicos online no México
Conhecendo o impacto que a internet tem para transmitir a boa nova a um amplo número de pessoas, bem como a possibilidade de fomentar a evangelização de maneira massiva, de hoje a amanhã acontece no México o "1º Encontro Nacional de Rádios Católicas pela Internet".

Promovido pela Comissão de Comunicação da Conferência Episcopal do México (CEM), o encontro - que acontecerá na sede dos prelados mexicanos - reunirá cerca de 60 participantes, entre os quais diretores, colaboradores, e engenheiros que trabalham em meios católicos online com presença em todo o México.

O Encontro terá como finalidade "apresentar o ser e o fazer da rádio através do intercâmbio de recursos, experiências e conteúdos e com vistas a possibilitar a criação da rede de rádios católicas para oferecer à Igreja um projeto radiofônico de alcance nacional", mencionou o Conselho Episcopal Latinomaericano em seu site, através de um comunicado anunciando o encontro.


Rede de rádios católicas on line


Precisamente, uma das iniciativas que surgiriam como fruto deste evento é a criação de uma rede de rádios católicas online, que agrupe as propostas de emissoras virtuais que paróquias, grupos pastorais e comissões diocesanas de diferentes províncias eclesiais mexicanas vêm desenvolvendo nos últimos anos.

O encontro também pretende reunir as diferentes experiências dos meios católicos online, bem como compartilhar as diversas metodologias e os avanços técnicos que podem ser utilizados para evangelizar fazendo uso dos meios de comunicação.
Segundo afirma o Celam, o primeiro encontro mexicano de rádios católicas pela internet incluirá, entre outros, os seguintes temas: onde estão localizadas as rádios e até onde vão, identidade, características das emissoras católicas online, criação de rede de rádios católicas pela internet, bases de dados e comunicação. Também serão estudadas propostas da Comissão Episcopal para a Pastoral da Comunicação do episcopado mexicano (Cepcom).

Texto original de Sonia Trujillo (GP)

 Fonte:Gaudium press

ANGELUS: BENTO XVI PEDE AOS HOMENS PARA ABANDONAR O CAMINHO DA ARROGÂNCIA E DA VIOLÊNCIA



Cidade do Vaticano, 03 jul  – “Devemos abandonar o caminho da arrogância, da violência usado para obter posições de maior poder, para garantir o sucesso a qualquer custo”. É a exigência recordada por Bento XVI durante a alocução que precedeu a oração mariana do Angelus na Praça São Pedro. Retomando as palavras do Evangelho deste domingo, o Santo Padre explica que o “jugo” de Cristo é a lei do amor, é o seu mandamento que deixou aos seus discípulos.

“Quando Jesus percorria as estradas da Galiléia, proclamando o Reino de Deus e curando muitos doentes, - disse o Papa - sentia compaixão pelas multidões porque estavam cansadas e oprimidas, como ovelhas sem pastor”. Aquele olhar de Jesus parece estender-se até hoje, até o nosso mundo. 

“Ainda hoje pousa sobre tantas pessoas oprimidas por condições de vida difíceis, mas também privadas de válidos pontos de referência para encontrar um significado e uma meta para sua existência. Multidões estão oprimidas nos países mais pobres, provadas pela indigência; e até mesmo nos países mais ricos são tantos os homens e mulheres insatisfeitos, até mesmo pessoas com depressão. Pensamos então nos numerosos deslocados e refugiados, naqueles que emigram arriscando suas vidas”. 
O olhar de Cristo – continuou o Santo Padre - pousa sobre todas essas pessoas, ou melhor, sobre cada um desses filhos do Pai que está no céu, e repete: “Vinde a mim, vós todos ...”. 

Jesus promete dar a todos "descanso", mas estabelece uma condição: “Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração". O que é este "jugo", pergunta-se o Papa, que em vez de pesar torna-se mais leve, e ao invés de esmagar levanta? O "jugo" de Cristo é a lei do amor, é o seu mandamento, que deixou aos seus discípulos”. 

"O verdadeiro remédio para as feridas da humanidade, sejam aquelas materiais, como a fome e as injustiças, sejam aquelas psicológicas e morais causadas por um falso bem-estar, é uma regra de vida baseada no amor fraterno, e que tem a sua fonte no amor de Deus. Por isso devemos abandonar o caminho da arrogância, da violência usada para obter posições de maior poder, para garantir o sucesso a qualquer custo". 
Também em relação ao meio ambiente - disse ainda Bento XVI - devemos renunciar ao estilo agressivo que dominou nos últimos séculos e adotar uma razoável “mansidão”. Mas acima de tudo nas relações humanas, interpessoais, sociais, a regra do respeito e da não-violência, ou seja, a força da verdade contra qualquer injustiça é aquela que pode garantir um futuro digno do homem. 

O Papa recordou por fim que ontem, nós comemoramos uma particular memória litúrgica a de Maria Santíssima louvando a Deus por seu Coração Imaculado. Nossa Senhora nos ajude a “aprender” de Jesus a verdadeira humildade, a tomar com decisão o seu jugo suave, para experimentar a paz interior e sermos capazes de consolar outros nossos irmãos e irmãs que trilham com fadiga o caminho da vida. 

Em seguida concedeu a todos a sua Benção Apostólica.

Antes de se despedir dos fiéis reunidos na Praça São Pedro o Papa saudou os grupos presentes em várias línguas. Durante as férias não se esqueçam da oração, inclusive colocando “o Evangelho na sua bagagem”, recomendou o Papa.

Com palavras diferentes, unidas, porém pela mesma intenção, Bento XVI fez um convite aos fiéis: “neste momento do ano no qual muitos de vocês farão férias, - disse em inglês - rezo para que vocês possam verdadeiramente repousar o espírito e o corpo e possam encontrar em Deus uma ocasião de repouso”. “Dêem espaço – disse ainda em francês – à leitura da Palavra de Deus, em particular do Evangelho que espero vocês não deixarão de colocar na sua bagagem para as férias”.

E também o Papa está para iniciar um período de repouso e ele mesmo anunciou nesta manhã que nos próximos dias deixará o Vaticano para se transferir para Castel Gandolfo. “Dali, disse ele, se Deus quiser, guiarei o Angelus do próximo domingo”. 

Fonte: Rádio Vaticano

Litaniae de Sacratissimo Corde Iesu


Aurea luce – Festa de S. Pedro e S. Paulo




Papa Bento XVI instrui aos fiéis que não se aplauda mais


Eis a tradução: “Em respeito destes Divinos Mistérios que estamos celebrando em comunhão com Sua Santidade o Papa Bento XVI, recolhamo-nos em silêncio orante. Portanto, não se aplauda mais, nem sequer durante a homilia, e não se usem bandeiras, nem cartazes.”
Faz necessário lembrar aos modernos e progressistas a Santa Missa é renovação incruenta do sacríficio da cruz. Nosso culto perpassa a imolação do Cordeiro de Deus. Sacrifício em expiação dos pecados. Adoração a majestadde altíssima do Senhor. Ação de graças pela bondade e amor que Deus nos deposita. Oferta agradável para aplacar a justiça divina. A humanidade e o mundo inteiro definharia sem a Santa Missa.

As profecias todas apontam para os tempos de hoje. Desta banalização. Dos divinos mistérios sendo rebaixados. Desta claque de zumbis que não sabem o que celebram. De maus pastores a deixar as ovelhas atônitas. É a abominação da desolação conforme predisse o profeta Daniel e está em Mateus 24. Leiam e meditem nete capítulo do evangelho. Estamos quase no auge dele. Quando todo ele se consumar.


Nosso Senhor Jesus virá em toda sua majestade e justiça. Separar o joio do trigo. As ovelhas dos cabritos. Então há de vir a cidade de Deus. A menina dos olhos do Pai irá se implantar. Qual posteridade há de vir. Quantos dons haverá de encher a terra. Quantos hão de aparecer. Quais belezas despontaram a impressionar tantos. Qual amor a ser vivído. Quais tantas perfeições nutriram nossa busca. Ó Deus infinito. O Apostólo bem o disseste que olhos não viram. Os ouvidos não ouviram. O coração humano jamais experimentou o que Deus tem preparado para aquele O amam.


O Espírito Santo conduza vos aos divinos mistérios. Ao conhecimento de Deus. Pois só se ama o que se conhece.


Nos corações de Jesus e Maria, sempre.
\Fabricio Bastos.


OBS: Vejam que alguns bons Bispos daqui do Brasil já proibiram bater palmas na Santa Missa, sob qualquer pretexto. A frase que aqui se aplica e põem um fim neste tipo de de desrespeito é esta: A Santa Missa é SACRIFÍCIO! Então não se bate palmas diante do Crucificado, a não ser que se deseje aplaudir o gesto dos carrascos.

Fonte: http://www.recadosaarao.com.br

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Fotos da  Santa Missa Tridentina na UERJ








































sexta-feira, 24 de junho de 2011

Corpus Christi em São Paulo-SP