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sábado, 30 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Comunhão de joelhos
Em entrevista concedida à agência ACI Prensa, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Antonio Cañizares Llovera, assinalou que é recomendável que os católicos comunguem na boca e de joelhos.
Assim indicou o Cardeal espanhol que serve na Santa Sé como máximo responsável, depois do Papa, pela liturgia e os sacramentos na Igreja Católica, ao responder se considerava recomendável que os fiéis comunguem ou não na mão.
A resposta do Cardeal foi breve e singela: "é recomendável que os fiéis comunguem na boca e de joelhos".
Do mesmo modo, ao responder à pergunta da ACI Prensa sobre o costume promovido pelo Papa Bento XVI de fazer que os fiéis que recebam dele a Eucaristiao façam na boca e de joelhos, o Cardeal Cañizares disse que isso se deve "ao sentido que deve ter a comunhão, que é de adoração, de reconhecimento de Deus".
"Trata-se simplesmente de saber que estamos diante de Deus mesmo e que Ele veio a nós e que nós não o merecemos", afirmou.
O Cardeal disse também que comungar desta forma "é o sinal de adoração que necessitamos recuperar. Eu acredito que seja necessário para toda a Igreja que a comunhão se faça de joelhos".
"De fato –acrescentou– se se comunga de pé, é preciso fazer genuflexão, ou fazer uma inclinação profunda, coisa que não se faz".
O Prefeito vaticano disse ademais que "se trivializarmos a comunhão, trivializamos tudo, e não podemos perder um momento tão importante como é o de comungar, como é o de reconhecer a presença real de Cristo ali presente, do Deus que é amor dos amores como cantamos em uma canção espanhola".
Ao ser consultado pela ACI Prensa sobre os abusos litúrgicos em que incorrem alguns atualmente, o Cardeal disse que é necessário "corrigi-los, sobre tudo mediante uma boa formação: formação dos seminaristas, formação dos sacerdotes, formação dos catequistas, formação de todos os fiéis cristãos".
Esta formação, explicou, deve fazer que "celebre-se bem, para que se celebre conforme às exigências e dignidade da celebração, conforme às normas da Igreja, que é a única maneira que temos de celebrar autenticamente a Eucaristia".
Finalmente o Cardeal Cañizares disse à agência ACI Prensa que nesta tarefa de formação para celebrar bem a liturgia e corrigir os abusos, "os bispos têm uma responsabilidade muito particular, e não podemos deixar de cumpri-la, porque tudo o que façamos para que a Eucaristia se celebre bem será fazer que na Eucaristia se participe bem".
Fonte: acidigital
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Comunhão de joelhos
quinta-feira, 21 de julho de 2011
LX Semana de Estudos Gregorianos em Portugal
Prática de Canto Gregoriano e Polifonia, Conferências, Concertos e Cerimónias Litúrgicas

Local
- Vila Nova de Gaia
Datas
- 28 de Agosto a 4 de Setembro de 2011
Cursos
- Canto Gregoriano
- Leitura Musical (Prof.ª Paula Coimbra)
- Técnica Vocal (Prof. Vianey da Cruz)
- Pedagogia Musical Ward/Helden (Prof.ª M.ª Teresa Miranda)
- Direcção Polifónica (Prof. Paulo Brandão)
- Órgão (Prof.ª Edite Rocha)
- Trompete (Prof. Nelson Rocha)
1º Ano (Prof. Alberto Medina de Seiça)2º Ano (Prof. João Luis Ferreira)Master Class (Prof.ª Idalete Giga)
Organização
- Centro Ward de Lisboa - Júlia d' Almendra com a colaboração da Fundação Conservatório Regional de Gaia
Contacte-nos
- Telefone e Fax: 212 486 421
- Telemóvel: 963 625 453
- E-mail: secretariado.estudosgregorianos@gmail.com
Patrocínio
- Dom Mocquereau Fund da Universidade Católica Americana de Washington
Apoios
- D. Manuel Clemente - Bispo do Porto
- Pe. Jorge Manuel Duarte Oliveira - Pároco da Igreja de Mafamude
- Pe. António Coelho de Oliveira - Pároco da Igr. do Mosteiro de Grijó
- Fundação Conservatório Regional de Gaia
- Escola Secundária António Sérgio
- Seminário Redentorista de Cristo-Rei
- Convento Corpus Christi
Congresso Eucarístico na Itália
De 3 á 11 de Setembro na Cidade de Ancona na Itália,acontece o XXV Congresso Eucarístico Nacional.E dentro desse Congresso esta incluso na Programação a Celebração de uma Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano.E a Cerimonia será na Basílica de Nossa Senhora das Dores no Campo di Cavalo-Osimo(Itália)segue abaixo a Programação:
Para maiores informações:
Tel: 071 285551
Fax: 071 2855570
ou
Secretaria do XXV Congresso Eucarístico Nacional (via Pleasant Hill, 5 - Torres lugares - 60126 Ancona Tel 071285551 - Fax:. 071.2855570).
Don Ivan Maffeis - Diretor Adjunto do Escritório Nacional para as Comunicações Sociais da Conferência Episcopal Italiana (Tel. 06,66398209 - fax: 06.66398239). media@congressoeucaristico.it
dr. Sauro Brandoni resp. Comunicação da Metropolitana de Ancona-Osimo
Tel 071.2855545 - Mobile 3357468702 - Fax: 071.2855570 ufficiostampa@congressoeucaristico.it
Tel 071.2855545 - Mobile 3357468702 - Fax: 071.2855570 ufficiostampa@congressoeucaristico.it
Para obter informações sobre o site webmaster@congressoeucaristico.it
Fonte:http://www.congressoeucaristico.it
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Congresso Eucarístico na Itália
terça-feira, 19 de julho de 2011
Encontro de Canonistas em Londrina-PR
No ultimo dia 16 de Julho.O Reverendissimo Pe.José Edilson de Lima foi convidado a Palestrar para Canonistas em Londrina-PR.Sobre o Summorum Pontificum e a Instrução Universae Ecclesiae.segue abaixo o texto da palestra.
Motu Proprio Summorum Pontificum e a Instrução Universae Ecclesiae por Padre José Edilson de Lima, da Administração Pessoal São João Maria Vianney.
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Adm. Apostólica,
Pe.José Edilson
quinta-feira, 14 de julho de 2011
ICRSS
Gloria.tv: First Mass of Thanksgiving celebrated by the Chanoine Thermed ICRSS
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A dignidade do Cardeal Zen


Sua Eminência o Cardeal Zen Ze-kiun, arcebispo emérito de Hong Kong, é um verdadeiro exemplo para todos os bispos eméritos. Sua aposentadoria, que não pode ser chamada, ele usa isso de forma incansável para defender a Igreja e o Papa, e por escolha, para exercer a Forma Extraordinária do Rito Romano. Em 10 de julho, o cardeal celebrou uma missa Tradicional na igreja "Old Santa Maria", em Chinatown, Washington DC, EUA. Em sua homilia, o Cardeal denunciou a ilegitimidade da "Igreja Nacional da China", e afirmou que a Igreja paralela não tem coragem de compreender a grandeza do martírio.
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Summorum Pontificum
sábado, 9 de julho de 2011
O PAI-NOSSO - "DÍVIDAS" - EXPLICAÇÃO DO CATECISMO DE TRENTO
CATECISMO ROMANO OU DE SÃO PIO V OU TAMBÉM CHAMADO"CATECISMO DO CONCÍLIO DE TRENTO. Parte IV, capítulo XIV, § III.
Nº [12] - Explicação verbal e real: Qual o sentido de "DÍVIDAS". Pode ter três sentidos: a) como obigação; b) como transgressão; c) como objeto de perdão divino. (O catecismo Romano explica os três sentidos).
(Os párocos) ... façam os fiéis compreenderem o que neste lugar se entende por "dívidas", para que se não enganem com a ambigüidade do têrmo, e peçam coisa diferente do que devem pedir.
a) "dívida" entendida como obrigação: Antes de tudo, importa saber que, de nenhum modo, pedimos dispensa da absoluta obrigação da amar a Deus, de todo coração, de toda nossa alma, de todos os nossos sentimentos.A solvência (o pagamento) desta dívida é indispensável para a salvação.
Por dívida se entende também obediência, culto, adoração a Deus, e outras obrigações da mesma natureza. Delas tão pouco, não pedimos livramento.
b) "dívida entendida como transgressão: Na verdade, o que pedimos é que nos livre de nossos pecados. Assim o entendia São Lucas, quando em lugar de "dívidas" escreveu "pecados"; certamente, porque nos tornamos culpados diante de Deus, quando os cometemos, e nos expomos às penas devidas, que temos de resgatar, quer pela satisfação, quer pelo sofrimento.
Desta natureza era a dívida, a que Cristo Nosso Senhor se referia pela boca do Profeta (Davi, Salmo LXVIII, 5 - Nota do Cat. R. : Cristo sofreu inocente pelos pecados dos homens). "Tive de pagar o que não roubei".Esta palavra de Deus nos faz compreender que somos, não só devedores, mas até devedores insolventes, porque o pecador não pode, de modo algum, satisfazer por si mesmo.
c) como objeto de perdão divino [13] Por isso, devemos recorrer à misericórdia de Deus. Ora, esta se põe em igualdade com Sua justiça, da qual Deus é guarda zelosíssimo. Devemos, portanto, valer-nos da oração, e patrocinar-nos com a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, sem a qual ninguém jamais conseguiu o perdão de seus pecados; dela promana, como de uma fonte, toda a eficiência de qualquer satisfação.
Na verdade, o preço que Cristo Nosso Senhor pagou na Cruz, e nos comunica pelos sacramentos, quando realmente os recebemos, ou desejamos recebê-los, é tão grande, que nos alcança e nos outorga o objeto desta petição: o perdão de nossos pecados.
[14] Aqui não pedimos apenas a remisão de pecados leves, muito fáceis de perdoar, nas também dos graves e mortais. Naturalmente, quanto aos pecados graves, a oração não terá este efeito, como já dissemos, se não fôr aconpanhada pela recepção real do Sacramento da Penitência, ou pelo vivo desejo de recebê-lo.
EXEMPLO
A MULHER DE TÉCUA
Por causa de uma culpa grave caíra Absalão, filho de Davi, no desagrado do pai, que o condenara a ser exilado para uma terra estranha. Joab, general de Davi, e a quem Absalão era muito querido, aplacou a ira do rei por este modo. Mandou ao rei uma mulher de Técua, para lhe pedir graça a favor de Absalão, e ensinou à mesma as precisas palavras que havia de dizer. Logo que a mulher concluiu, Davi fez-lhe esta pergunta:"Não é verdade que a mão de Joab anda contigo em tudo isto?" Respondeu a mulher: "Teu servo Joab é quem deu esta ordem, e quem pôs todas as palavras na boca da tua serva". E o rei acrescentou logo: "Eis aí eu aplacado te concedo o que pedes". (2 Reis, XIV).
Ora, quanto mais facilmente não atenderá o Senhor as nossas súplicas, quando oramos não com palavras nossas ou dum servo fiel, mas com as de Seu próprio Filho!
Padre Elcio Murucci
Fonte:http://zelozelatussum.blogspot.com/
Padre Elcio Murucci
Fonte:http://zelozelatussum.blogspot.com/
Pai Nosso
INTRODUÇÃO
Nesta postagem não é nosso objetivo explicar o Pai-Nosso. Fá-lo-emos, se Deus quiser, nas próximas postagens do outro blog "VIA-VERITAS-VITA". Aqui procuraremos, com a graça de Deus, resolver uma dificuldade que, no mínimo, está perturbando os fiéis católicos que querem continuar seguindo com fidelidade a Sagrada Tradição através do Magistério perene da Santa Madre Igreja.
Há o provérbio popular que diz: "Ensinar o Pai-Nosso ao Vigário". Vivemos em tempos tão conturbados que este provérbio está se realizando "ipsis litteris", isto é, com as mesmas letras. Pois, uns dizem: "Senhor Vigário, o senhor está errado porque está rezando no Pai-Nosso: "perdoai as nossasofensas e não dividas". Já outros dizem: "Senhor Vigário, o senhor está errado porque está rezando no Pai-Nosso: "perdoai as nossas dívidas e não ofensas".
Caríssimos e amados irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo, aqui nesta postagem deste blog, quem vai ensinar o Pai-Nosso é o Vigário, embora, com certeza, não o mais indicado entre os vigários. Na verdade, nem vigário sou, mas quero orientar meus fiéis e talvez possa ajudar a muitos outros. É o que desejo do fundo da alma.
No século IV o imperador Constantino construiu uma grande basílica no Monte das Oliveiras, onde, segundo uma tradição local, Jesus ensinou o Pater Noster. Muito depois, ou seja, em 1869 foi construído anexo um Carmelo de Carmelitas francesas e se chama "Carmelo do "Pater Noster". Na igreja, fora da clausura vemos nas paredes, o Pai-Nosso em todas as línguas do mundo. Estive lá em agosto de 2000. Pedimos ao nosso guia que é judeu, se ele podia ler o Pai-Nosso em aramaico para a gente ter uma idéia melhor de como Jesus falou. Havia no fim o Amém como está em São Mateus, mas ele não leu o Amém. Perguntamos- lhe o porquê. Ele disse: "Se eu falasse o Amém estaría aprovando a Jesus e eu não aceito Jesus. Mas vamos ao assunto que determinamos tratar nesta postagem.
Todos sabemos que foi Jesus quem ensinou o Pai-Nosso. Por isso é a oração mais perfeita e mais bela que existe. É a oração do Senhor ou "Oração Dominical". "Dominus" em latim quer dizer "Senhor". Quão importante e necessário é que rezemos o Pai-Nosso como Jesus ensinou! Devemos rezá-lo não só com grande devoção mas também como Jesus rezou, portanto, com toda fidelidade. É a finalidade desta postagem.
Dois Evangelistas relatam a passagem em que se narra como Jesus ensinou o Pai-Nosso: São Mateus, VI, 9-13 e São Lucas, XI, 1-3. Pelos estudos da Exegese parece que Jesus só se utilizou do aramaico. Pois, falava-se na Palestina, naquela época, a língua aramaica, que era aliás muito parecida com o hebraico, idioma original dos judeus. Usava-se também o grego ( a lingua da ciência e da filosofia) e o latim. Este último, por ser a língua oficial do império romano, ao qual estava sujeita a Palestina na época.
Concluímos com toda porbabiladade que Jesus ensinou o Pai-Nosso em aramaico. São Mateus também escreveu seu Evangelho em aramaico. Já São Lucas escreveu o terceiro Evangelho em grego. São Lucas é o único que não pertence a raça judaica. Nasceu em Antioquia. Era médico e escrevia em grego. Possuia, inclusive, grande conhecimento desta língua, e o seu Evangelho, literária e historicamente é o mais perfeito.
Quanto ao Pai-Nosso os relatos de São Mateus e de São Lucas, não são iguais. São Lucas é mais sucinto. Por isso a Santa Madre Igreja adotou o de São Mateus completado com alguma palavra do de São Lucas. De São Mateus a Igreja adotou o Amém, segundo a Vulgata de São Jerônimo. Agora vamos ao ponto nevralgico: dívidas ou ofensas?
Além de São Lucas, também São Marcos e São João escreveram em grego. São Jerônimo traduziu os quadro Evangelhos para o latim. Em São Mateus traduz empregando a palavra "debita" que quer dizer: "dívidas". Em São Lucas traduz "peccata" que quer dizer: "pecados". A palavra empregada no aramaico por São Mateus corresponde no grego à palavra "ofeilémata"que em português quer dizer exatamente: "dívidas". São Lucas, porém, não empregou esta palavra, mas a substituiu pela palavra grega "martías" que em português quer dizer exatamente: "pecado". São Lucas assim o fez (e como já dissemos ele tinha um conhecimento profundo do grego) porque esta palavra pecado era mais clara para os leitores gregos, enquanto a palavra "ofeilémata" = dívidas, sugeria-lhes a idéia de obligação pecuniária. Por sua vez, São Mateus empregou a palavra aramaica que significava , dívidas, porque no aramaico a noção de pecadoexprimia-se correntemente pela palavra dívida. E a demonstração mais clara disto é o exemplo do próprio Jesus que fez a parábola dos "Servos Devedores', para mostrar que, se a gente não perdoar as ofensas que o próximo nos faz, também Ele não perdoa os nossos pecados. Logo depois de ensinar o Pai-Nosso, Jesus disse: "Porque, se vós perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará os vossos pecados. Mas, se não perdoardes aos homens, tão pouco vosso Pai vos perdoará os vossos pecados". (São Mateus, VI, 14 e 15).
Vemos assim que já nas origens havia as duas palavras. E isto explica o porquê das diferenças, aliás mais aparentes do que reais, nos diversos idiomas do mundo, ao se rezar o Pai-Nosso. Fiz uma pesquisa com o escasso material que tenho em mão, e pude conseguirr o seguinte: Em Portugal se rezava "ofensas" ( Pai-Nosso num livro de 1940 e no PEQUENO MANUAL DO CATEQUISTA do célebre teólogo Perardi, manual este editado em 1955 em LISBOA; na gáfica UNIÃO, traz o Pai-Nosso em Latim e ao lado em Português: e lá está: "perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido"); Em França se rezava "offences"= ofensas (Pai-Nosso num livro de 1914); Em Itália se rezava "debiti" = dívidas ( Pai-Nosso num livro de 1960); Em Espanha se rezava "deudas" = dívidas ( Pai-Nosso num livro de 1928). No Brasil se rezava dívidas e não ofensas. Mas, depois do Concílio Vaticano II, infelizmente não tenho a data exata, os bispos do Brasil decidiram passar a rezar ofensas como se rezava, aliás, em Portugal. D. Antônio de Castro Mayer não teve nenhuma dificuldade em aceitar a mudança e a impôs na Diocese de Campos, inclusive, ao imprimir o Catecismo já colocou o Pai-Nosso com as modificações. O Padre Emanuel José Possidente em 1972, quando imprimiu seus "PLANOS DE AULAS" (=Explicação do Pequeno Catecismo) faz a explicação do Pai-Nosso segundo já as mudanças, ou seja, "perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos têm ofendido". Mas, numa reunião do Clero um dos nossos sacerdotes (já falecido) apresentou uma objeção e, na hora todos nós aceitamos, e D. Antônio de Castro Mayer voltou atrás e mandou que se continuasse rezando o Pai-Nosso como até então sempre fôra no Brasil.
Aconteceu que , com a vinda do novo Bispo, D. Carlos Navarro, houve a divisão na Diocese de Campos, porque o Bispo nos expulsou de nossas paróquias. Bom, assim o povo que ficou do lado do novo Bispo rezava o Pai-Nosso com as mudanças (= perdoai nossas ofensas) e nós continuamos com a versão tradicional no Brasil (= perdoai as nossas dívidas). Isto criou no nosso povo uma idéia errada de que rezar nossas ofensas seria progressismo. E vimos, pela exposição exegética e histórica que realmente, esta mudança não envolvia nenhum progressismo. Ninguém irá tachar de progressistas ao Santo Cura d'Ars ou a Santa Terezinha porque rezavam : "pardonnez-nous nos offenses, comme nous pardonnons à ceux qui nous ont offensés", (Em português: "perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido"). Portanto estas diferenças já havia antes do Concílio Vaticano II. E mesmo que tivesse vindo dele não teria nada demais. A coisa tem que ser olhada objetivamente.
Francamente que eu não saberia dizer se a mudança foi só no Brasil ou também nos outros países em que se rezava "nossas dívidas". Se alguém souber e puder me esclarecer, ficarei muito agradecido! E, se cometi algum erro nesta singela explicação, a quem me corrigir, ficar-lhe-ei muito grato por esta caridade.
Padre Elcio Murucci
Padre Elcio Murucci
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