Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano, em Juiz de Fora,celebrada pelo Revmo.Monsenhor Falabela,realizada no dia 16 de junho de 2012, às 16h na Capela de São Domingos de Gusmão, no Bairro Teixeiras em Juiz de Fora-MG-Brasil. A princípio este horário está mantido para todos os sábados. É o segundo sacerdote em Juiz de Fora que celebra a Missa Tridentina.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Catecismo da Santa Missa na Forma Extraordinária
Publicaremos toda semana trechos do Catecismo da Santa Missa.Espero que possa ser muito útil para aqueles que desconhecem.
1 - Definição
P. Que é a Santa Missa? R. A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário. É o mesmo e único sacrifício infinito de Cristo na Cruz, que foi solenemente instituído na Última Ceia. Nesta cerimônia ímpar, Cristo é ao mesmo tempo vítima e sacerdote, se oferecendo a Deus para pagamento dos pecados, e aplicando a cada fiel seus méritos infinitos.
P. Por que dizemos que a Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário? R. Porque na Missa Nosso Senhor Jesus Cristo se imola novamente para nossa salvação, como Ele fizera no Calvário, embora na Missa seja sem sofrimento físico.
P. Por que a Missa é chamada de "Santa"? R. Porque nela é o próprio autor da santidade que se oferece como vítima, num sacrifício perfeito a Deus, e como alimento espiritual aos fiéis na Eucaristia, ou seja, a transubstanciação real do pão e do vinho no corpo e sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.
P. Em que momento da Missa se realiza a transubstanciação das espécies de pão e vinho no corpo e sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo? R. A transubstanciação se realiza no momento da consagração, quando o celebrante repete as palavras que Nosso Senhor pronunciou na última Ceia, ao consagrar o pão e o vinho, instituindo, assim, o sacramento da Eucaristia.
domingo, 6 de maio de 2012
Curso para Formação de Acólitos na Forma Extraordinária
Caros,
Criamos na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro a Escola de Acólitos São João Bosco para a Forma Extraordinária do Rito Romano.
Um dos objetivos da criação e que não temos pessoas que saibam ajudar a Missa na Forma Antiga e as vezes outros padres na nossa Arquidiocese querem celebrar,Mas não tem quem ajude.
Todos aqueles que gostariam de aprender serão bem vindos.O curso será na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé,localizada na Rua Primeiro de Março-Centro-Rio de Janeiro/RJ.Sempre no 2° e 4° Domingo do mês,depois da Santa Missa das 9h:00.Lembro também que haverá uma taxa de R$15.00 que e o custo referente a apostila do Curso.O mesmo durará entorno de 6 meses e a iniciativa conta com a benção de sua Excia.Revma.Dom Orani João Tempesta e apoio do Revmo.Monsenhor Sérgio Costa Couto(Arquidiocese do Rio de Janeiro), Revmo.Monsenhor José de Matos(Adm. Apostólica São João Maria Vianney),Revmo.Pe.João Jefferson(Arquidiocese do Rio de Janeiro),Revmo.Pe.Thiago Carvalho(Arquidiocese do Rio de Janeiro) e Revmo.Pe.Eduardo(Arquidiocese do Rio de Janeiro).
Começamos o curso no dia 27/05/2012 e todos aqueles que gostaria de participar podem se inscrever pelo email:missatridentinario@hotmail.com ou no próprio dia do curso.
Desde já convido a todos,
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Arquidiocese do Rio de Janeiro,
Summorum Pontificum
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Convite
Sábado 5 de Maio de 2012,ás 9h:00,na Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro,localizada na Praça de Nossa Senhora da Glória,135-Glória-Rio de Janeiro/RJ.Haverá a Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano.
Celebrante: Revmo.Pe.João Jefferson Chagas da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Desde já convidamos a todos,
terça-feira, 24 de abril de 2012
AO PÉ DO ALTAR
AO PÉ DO ALTAR
A santa Missa em geral;
A divisão da Santa Missa;
A Santa Missa em geral.
Grandes preparativos, na verdade,
para o ato religioso que se está para começar!
O aparato até aqui apontado e
descrito visa só e unicamente a santa Missa. São preparativos remotos, sim, mas
intimamente conexos com o ato central da santa Missa. Este ato central,
augusto, sublime e cheio de mistérios, é o da consagração; ato em que o pão e o
vinho se transubstanciam no Corpo e Sangue de Jesus cristo. É o ato central em
torno do qual gravitam a bem dizer os outros atos, desde os mais remotos aos
mais próximos.
Descritos e explanados os atos
remotos, resta descrever e explanar os próximos. Antes, porém, de entrar nos
particulares, convém dar o conceito da Missa, a sua história, e suas partes
principais.
* * *
Que se entende por Missa?
Se é só questão de nome, Missa é
o que entre os gregos se chama “mistagogia”, que quer dizer, iniciação nos mistérios
de uma religião; Hierurgia, isto é, ação sagrada, santa; e liturgia, isto é,
rito.
Missa é o que entre os latinos se
chama sacrifício, oblação, agenda, ação por excelência, fração dos pães, oferta
e comunhão.
Tudo isso significa Missa e tudo
se qualifica pelo nome “Missa”.
Mas donde veio semelhante nome a
tão augusta ação, de modo a dominar todos os mais que são em si muito mais
expressivos e próprios para dar-nos dela uma ideia mais exata?
Veio do fato seguinte: Os
catecúmenos eram despedidos da assembleia dos fiéis antes de se iniciarem os
santos mistérios. Dizia-se-lhes então: “Ite, Missa est!” – Ide-vos, é a hora de
partir! – Outros diziam: - Ide-vos, estais despachados!
Não se perca pela expressão. O
pensamento é assaz claro: “Missa” vem do verbo latino “mittere” que quer dizer
ação de enviar, despachar, etc., donde a palavra “misso” – envio, despacho,
etc.
E porque de ordinário, seguiam à
despedida dos catecúmenos os sagrados mistérios, passou-se desde logo a
denominar “Missa” o conjunto de todos esses mistérios.
A Igreja continua ainda hoje, na
liturgia da Missa, a usar o “Ite, missa est”, com a única diferença de que
agora não já despede catecúmenos, a quem era vedado assistir ao santo
sacrifício, mas fiéis que acabam de assistir a ele. O “Ite, missa est’ de hoje
declara que a Missa acabou, ao passo que o de outrora dizia que a Missa ia
começar.
Restaria expender agora o
conceito de Missa quanto à sua essência; mas bastará recorda-lo, visto não
diferenciar em sua substancia do que se disse acima a respeito do “Sacrifício
da Nova Aliança”. Sempre, pois, que ouvimos falar de Missa, devemos, como
cristãos católicos, crer o que dela diz o Concílio Tridentino contra os hereges
de Lutero, Calvino, etc. quando assim a define:
“A Missa é o sacrifício da Nova
Lei, em que Cristo é oferecido e incruentamente imolado, debaixo das espécies
de pão e vinho, pelo ministério de um homem, em prol da Igreja, a fim de
reconhecer o supremo domínio de Deus e nos aplicar as satisfações (pelos
pecados) e os merecimentos de sua paixão”.
A santa Missa é, na verdade, como
já acima dissemos, um verdadeiro sacrifício: nela encontram-se os dois
elementos essenciais do sacrifício: a oblação e a imolação, como também o
elemento integral: a comunhão.
Que isto seja assim, bem se vê pela
definição do Concílio Tridentinno, que, anatematizando os inovadores do século
XVI, se exprime, a respeito, desta forma:
“Se alguém disser que na Missa
não se oferece a Deus um verdadeiro e próprio sacrifício, ou que o que se
oferece não é mais que o Cristo que se nos dá a nós em alimento, seja anátema”
(Sess. X, XII, can. 1).
* * *
Sabendo o que é a santa Missa,
pode-se passar a ver em traços rápidos a sua história, isto é, o seu
desenvolvimento quanto às preces e ritos.
Se voltarmos os olhos para a
primeira santa Missa, celebrada pelo seu próprio Instituidor, Jesus Cristo,
naquela memorável hora da última ceia; e se lermos o que São João Evangelista
escreve sobre as cerimônias e orações, nos convenceremos facilmente de que a
primeira Santa Missa continha em botão o que em séculos posteriores foi
desabrochando nesta formosa flor de sedutoras e impressionantes cerimônias
litúrgicas e sublimes e divinas orações rituais.
A santa Missa foi sempre a mesma
desde a sua origem até aos nossos tempos, se a considerarmos em sua essência;
mas assumiu disposições externas diversas através dos séculos, vindo a dar nas
que tem hoje.
Sendo diversos os ritos,
cerimônias e composição das orações, sobretudo na Igreja Oriental e Ocidental,
e sendo que a nós mais interessam as da Igreja Ocidental, a que pertencemos,
nestas nos demoraremos um pouco.
* * *
A flor da liturgia da santa Missa
se ostenta formosa e impressionante segundo o rito Romano, que é um dos ritos
ocidentais.
(N. B. O rito Oriental tem a
liturgia armênia, que supera em majestade e esplendor a liturgia romana. São
dignos de nota os ritos antigos, que constituem a Liturgia de S. Jacob, de S.
Cirilo de Jerusalém, de S. Basílio e de S. João Crisóstomo).
Outros houve que estiveram em uso
na Igreja Ocidental, como o rito galicano (a antiga liturgia da França), o rito
milanês ou liturgia ambrosiana e o rito mozarábico na Espanha.
(N. B. Liturgia seguida
antigamente na Espanha pelos Mozarábicos, cristãos vencidos e mesclados com
mouros desde o século VIII, chamados também Mistarábicos).
Passemos a historiar a origem e a
evolução do rito romano antigo,
para depois entrar a estudar mais de perto o rito romano novo fixado e prescrito
definitivamente para todo o Ocidente pelo Sumo Pontífice, o Papa S. Pio V, no século
XVI.
* * *
O cerimonial litúrgico antigo era um e o mesmo
para todos os celebrantes (papas, bispos e sacerdotes), existindo a única
diferença de que os simples sacerdotes não podiam cantar o "Gloria in
excelsis".
Segundo este cerimonial a Missa era
celebrada só cantando, e
por isso não podia haver numa e mesma igreja duas ou mais Missas ao mesmo
tempo.
Com o decorrer dos tempos, porém,
cresceu o número de sacerdotes, cresceu o número dos exigentes de Missas,
cresceu o número de igrejas, capelas, santuários e altares; e para se poder
satisfazer a tudo e a todos, introduziu-se no século VI a Missa lida, costume que se foi
generalizando de forma que as Missas cantadas se celebravam só no altar-mor ou
principal, onde os diáconos e subdiáconos tinham o ensejo de desempenhar o seu
ofício.
Mas nem por isso foram suprimidos
os elementos que constituem a Missa solene na Missa lida ou simples, com
exceção de uns poucos que se referem à incensação. Assim, pelo que diz respeito
às cerimônias rituais,
encontramos realmente uma inteira redução na missa lida ou simples; mas, pelo
que diz respeito às palavras, nela as encontramos todas. Se há nestas alguma
diferença, consiste só nisso: que as palavras ou orações cantadas na Missa
solene são proferidas em voz alta na Missa simples.
Há ainda outro importante fator
que induziu a que se celebrassem Missas simples: é que até ao sé- culo V as santas Missas eram
celebradas só nos domingos; na segunda metade do século quinto o papa S. Leão (460)
permitiu a celebração da santa Missa também nas quartas e sextas-feiras das
"Quatro Têmporas” na segunda metade do século VIII, o papa S. Gregórío II (731)
estendeu esta permissão para todos os dias da Quaresma, com exceção das quintas-feiras.
Pouco depois passou-se a honrar
de modo mais público a Virgem, Mãe de Deus, para o que se escolheu de preferência
o dia de sábado; e como a santa Missa é o ato por excelência, a fim de honrar e
venerar a Mãe de Deus, os santos e devotos obtiveram dos Sumos Pontífices a
licença de celebrar todos os sábados do ano.
Finalmente, já por um, já por
outro motivo, honraram-se dentro em breve todos os dias da semana com a
oblação do santo sacrifício.
O único dia do ano em que é
vedada a celebração da santa Missa, e isto ainda hoje, é o dia da sexta-feira santa. Supre-se todavia
com a Missa chamada dos Pressantificados. (N. B. Chama-se Missa dos
pressantificados a que o sacerdote oferece no altar e comunga com as espécies
eucarísticas consagradas na vigília; no dia mesmo não se faz a consagração).
Não satisfeita a .Igreja com esta
graça, concedeu a celebração da santa Missa mesmo duas e mais vezes ao dia a cada sacerdote, o que
é ainda hoje permitido a
alguns sacerdotes em caso de necessidade e com licença prévia do bispo, como
seja o binar (dizer duas missas) em festas de guarda, na falta de sacerdotes.
Parece ter sido de uso comum no século IX e seguintes que um só mesmo
sacerdote celebrasse mais Missas ao dia. Certo é que o
papa S. Leão (795-816)
oferecia às vezes sete e mais vezes o santo sacrifício cada dia. E quem não diria provir deste
tempo o costume que, a partir de 10- VIII-1915, vigora em toda a Igreja
Ocidental de os padres celebrarem ainda hoje três santas Missas na festa do
santo Natal e no dia dos Finados?
* * *
Por tudo isto se entende
perfeitamente a redução do aparato exterior na celebração da santa Missa; donde
se originou a Missa rezada (simples), sem todavia eliminar a cantada, (solene).
Diga-se desde já, que é nosso intento descrever logo abaixo a santa Missa
solene, visto encontrarem-se nesta os elementos todos que estão numa Missa
simples.
Este desenvolvimento tão
favorável e a gosto dos sacerdotes teve outra consequência: a de os sacerdotes
poderem rezar suas Missas independentemente dos respetivos bispos, porquanto fora
primitivamente uso universal que os sacerdotes rezassem a santa Missa
juntamente com o próprio bispo, (concelebratío). da mesma forma como hoje os
neo-presbíteros, no dia da ordenação, rezam a sua primeira Missa com o bispo
consagrante.
Este modo de rezar a santa Missa
está ainda em prática na Igreja Oriental.
Baste o dito sobre o
desenvolvimento geral da ação externa da santa Missa; porque pelo que diz
respeito ao seu desenvolvimento particular assim da ação externa como interna,
dir-se-á de passagem e "occasíone data" logo mais, quando
descrevermos a santa Missa solene segundo o novo rito romano.
Passemos agora à divisão da santa Missa.
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TU ES SACERDOS IN AETERNUM
PARAMENTANDO-SE
AS CORES DOS PARAMENTOS.
COISAS DO CULTO DIVINO
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
III Encontro Summorum Pontificum Brasil
III ENCONTRO
SUMMORUM PONTIFICUM
BRASIL
10 a 14 de setembro de 2012
Para Sacerdotes, Diáconos,
Religiosos e Leigos
Promoção
ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA PESSOAL
SÃO JOÃO MARIA VIANNEY
ARQUIDIOCESE DE SALVADOR
PRIMAZ DO BRASIL
Centro de Treinamento de Líderes
Rua Alves Ribeiro, 325.
Rua Alves Ribeiro, 325.
Lot. Pedra do Sal- Itapuã,
Salvador - Bahia
Telefone: 71 3374-9037 e 3374-7635
(Ponto de referência Hotel Catussaba)
Contato
E-mail: summorum3@gmail.com
Edelair (Sula) e José Luiz:
Tel: 21 2667 8309 (9h às 17h30 – Segunda a Sexta)
21 3103.0492 (18h30 às 22h)
Cel.: 21 9208 9323 (Claro) /21 88699698 (OI)
PROGRAMA
ENCONTRO DE FORMAÇÃO PERMANENTE PARA
SACERDOTES E DIÁCONOS
COETUS SACERDOTALIS SUMMORUM PONTIFICUM
SEGUNDA 10 DE SETEMBRO
15h - Chegada e credenciamento
18h - Santa Missa de abertura (Rezada)
18h30 - Jantar
19h30 - Palavras de Acolhida e Abertura do Encontro - Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ (Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil)
TERÇA 11 DE SETEMBRO
7h - Santa Missa (Cantada)
8h - Café
8h30 - A Espiritualidade Sacerdotal a partir do Rito de Ordenação do Pontifical Romano de 1961-1962-Dom Fernando Arêas Rifan (Administrador Apostólico da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney)
10h30 - A Vida Litúrgica do Sacerdote como antídoto à secularização-Dom Fernando José Monteiro Guimarães, CSSR (Bispo de Garanhuns e Membro do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica )
12h - Almoço
14h30 - Ensaio Litúrgico – O Ritual do Batismo e o Matrimônio na Forma Extraordinária do Rito Romano-Pe. Claudiomar Silva Souza (Pároco da Igreja Principal da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney e Professor de Liturgia no Seminário da Imaculada Conceição )
16h15 - O Ano da Fé, uma ocasião para descobrir os Conteúdos da Fé celebrados e comunicados nos Atos Litúrgicos (Porta Fidei, 9). Uma Reflexão Teológico-Pastoral sobre a relação entre Lex Orandi e Lex Credendi-Dom Gilson Andrade da Silva (Bispo Auxiliar de Salvador)
18h –Jantar
QUARTA 12 DE SETEMBRO
7h30 - Café
8h30 - Colóquio - Um balanço dos cinco anos de aplicação do Motu Proprio Summorum Pontificum - Frutos e Perspectivas para a Reforma de Bento XVI-Mons. Nicola Bux (Teólogo e Liturgista, Professor de Liturgia Oriental e Teologia dos Sacramentos em Bari - Itália, Consultor da Congregação para a Doutrina da Fé, do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos e do Ofício de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, escreveu entre outros o livro A Reforma de Bento XVI: A Liturgia entre a Inovação e a Tradição)
12h - Almoço
14h - Passeio pelas igrejas de Salvador
ENCONTRO DE FORMAÇÃO SUMMORUM PONTÍFICUM
PARA SACERDOTES, DIÁCONOS,
RELIGIOSOS E LEIGOS
RELIGIOSOS E LEIGOS
17h - Santa Missa Solene – Mons. Nicola Bux
18h30 - Jantar
QUINTA 13 DE SETEMBRO
7h30 - Café
8h - 50 anos de aplicação da Constituição Sacrosanctum Concilium, o Motu Proprio Summorum Pontificum e a necessidade de uma instauratio contínua da Liturgia da Igreja-Mons. Nicola Bux.
10h15 - Dez anos da Administração Apostólica São João Maria Vianney - Um exemplo de boa convivência entre as duas formas do Rito Romano para toda a Igreja
Dom Fernando Arêas Rifan (Administrador Apostólico da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney)
12h – Almoço
14h30 - Mesa Redonda
Dom Fernando Arêas Rifan (Administrador Apostólico da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney).
Dom Fernando José Monteiro Guimarães, CSSR (Bispo de Garanhuns e Membro do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica).
Dom Henrique Soares da Costa (Bispo Auxiliar de Aracaju)
18h - Santa Missa Pontifical em Ação de Graças pelos cinco anos do Motu Próprio Summorum Pontificum.
Véspera da Exaltação da Santa Cruz
Local:Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia
SEXTA 14 DE SETEMBRO
7h30 - Café
8H - A Santa Missa como Sacrifício - A dimensão mais contestada do Mistério Eucarístico
Dom Henrique Soares da Costa (Bispo Auxiliar de Aracaju)
10h15 - O Canto Gregoriano na Liturgia da Igreja - Do Motu Proprio Inter Sollicitudines ao Magistério Recente-Dom Gregório Paixão, OSB (Bispo Auxiliar de Salvador) e Palavra de Conclusão de Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ (Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil)
12h – Almoço.
Obs: Para a participação de sacerdotes e diáconos no Encontro, requer-se a apresentação do Superior Eclesiástico no momento do credenciamento.
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